Sim, nós podemos não financiar o crime organizado!
Estima-se que no Brasil, a perda financeira decorrente do contrabando supere R$ 23 bilhões. Com este valor, seria possível construir quase de um milhão de casas populares. Esta quantia que deixa de entrar nos cofres públicos também prejudica os direitos básicos do cidadão como educação, saúde, saneamento básico, transporte e moradia.
Além disso, o dinheiro que você paga para comprar um produto contrabandeado, por exemplo, continua circulando ilegalmente no país. Inevitavelmente, este dinheiro também passará pela mão de traficantes e financiará o crime organizado.
Portanto, este é o famoso caso do barato que sai caro. Você economiza em um aparelho eletrônico, mas paga mais na sociedade.






Não adianta falar em acabar com o contrabando se antes não houver medidas realmente eficazes por parte do poder público. Por medidas eficazes me refiro a redução de impostos de impotação, desburocratização, e combate à corrupção.
É inegável que ao comprar um produto contrabandeado estamos fazendo mal ao nosso próprio país, mas é visível que o principal responsável pelo contrabando não são os consumidores, mas o próprio Estado. No momento que a difença paga pelo produto legal, com garantia, conforto de comprar em lugar como o Shopping ou internet for pequena em relação ao contrabandeado serão poucos que se arriscarão de comprar um computador, máquina fotográfica, TV ou qualquer outro produto na conhecida 25 de março.
Não adianta fazer campanha publicitária ou demonizar o consumidor e manter o preço lá em cima. As pessoas são racionais na hora de comprar. Vão onde doi menos no bolso.
O produto contrabandeado não recolhe impostos. E o produto legalizado, recolhe impostos que não retornam, via de regra, em forma de benefícios à sociedade. Sim nós podemos defender nosso orçamento e impedir que os agentes públicos continuem a locupletar-se em nome da legalidade.
Prezados colegas;
Mudanças sim, mas TAMBÉM no sistema.
Como pode em um regime de três Poderes independentes termos os chefes do STF nomeados pelos chefes do Poder Executivo e de forma vitalícia? Termos outros “Poderes” que dominam as eleições como a mídia televisiva, cujas concessões são distribuídas “politicamente” em negociatas políticas?
Proponho que todos possam ser candidatos, mesmo sem partido e a todos seja permitido igual período de exposição de seus projetos na TV.
Ilustro com fatos estranhos que acontecem em minha segunda cidade, que é Santos (SP), sem que nenhuma ação seja tomada, ninguém seja averiguado e que os citados ganhem as ações na Justiça Federal e ainda contem com a omissão dos promotores de justiça.
Os dois últimos prefeitos (coligados embora de partidos que oficialmente se estranham) decidiram derrubar árvores, muitas centenárias, trocando por arbustos pagos. Instalaram e expandiram linhas que seriam para bondes turísticos, mas por um erro dos engenheiros comissionados, que só entendem de atender à corrupção, instalaram trilhos ferroviários (trens de carga). Assim foi que quando da inauguração do primeiro pequeno trecho na administração anterior, os bondes não se encaixaram nos trilhos que de quebra prejudicam muito o trânsito. O erário público simplesmente pagou para trocar os eixos e rodeiros dos bondes por também de trens de carga. Agora a obra foi expandida em cinco quilômetros com o mesmo crime contra o bom senso e contra o erário público. Ora, um trilho instalado pesa em aço o triplo do peso de um trilho de bonde que ainda existe em vários pontos da cidade. Multiplique por quilômetros… Ninguém fala nada.
A verba para a reforma das duas plataformas de pesca na Ponta da Praia (bairro nobre) acabaram em dois restaurantes sobre o mar que premiaram pessoas estranhas, inclusive o Sr. Aristides que deixou que parte de seu restaurante na Praça Independência desmoronasse e matasse pessoas, inclusive um promotor de justiça. Nota: Sob as plataformas existem pedras que agora abrigam ratos que se alimentam da comida dos restaurantes.
O prefeito anterior conseguiu uma rádio e uma emissora de TV (para não falar em fazendas) enquanto prefeito e agora a usa para uma campanha política permanente em vários programas por dia: “Pergunte que o Beto Mansur responde” e permite que seus tentáculos permaneçam cravados no poder público municipal e federal (deputado). Tanto que o prefeito anterior cumpre já seu segundo mandato, mas mantém o secretário de obras do “Beto Mansur”.
Saudações
José Bueno